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Voar para o Quénia para um safari: a eTA passa a exigir seguro de saúde queniano obrigatório
Interpretação editorial
Quem voa para o Quénia tem agora mais um passo antes de partir. Desde 5 de outubro de 2026, a maioria dos visitantes com estadias inferiores a 12 meses tem de ter um seguro de saúde de viagem fornecido pelo Governo do Quénia, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico (FCDO). Os seguros de viagem estrangeiros não são aceites em substituição deste requisito.
O seguro é adquirido durante o pedido online da Autorização Eletrónica de Viagem do Quénia (eTA). Quem já tem uma eTA válida obtém-no através do portal de seguros eCitizen. O FCDO indica que a cobertura é válida durante 90 dias e pode ser usada em várias entradas no Quénia nesse período. A Kenya Airways publicou o mesmo requisito nos seus avisos de viagem, referindo que o seguro tem de ser comprado através do portal oficial da eTA.
Para quem parte do Reino Unido para um safari, a lista é curta mas rigorosa: pedir a eTA online com antecedência (as autoridades locais recomendam pelo menos duas semanas antes da partida), confirmar que o passaporte é válido pelo menos seis meses após a chegada e tem duas páginas em branco, e concluir o passo do seguro durante o pedido. O requisito não se aplica a cidadãos quenianos, titulares de residência válida no Quénia, cidadãos da Comunidade da África Oriental e certos passageiros em trânsito.
O FCDO refere ainda que o Quénia confirmou casos de ébola e que os viajantes, sobretudo os provenientes do Uganda, da Etiópia e da RD Congo, podem ser sujeitos a rastreio sanitário reforçado à chegada.
As regras podem mudar em pouco tempo. Antes de viajar, confirme a página de requisitos de entrada do FCDO e o portal oficial da eTA, e mantenha o seu próprio seguro de viagem para o que a apólice queniana não cobre, como cancelamentos ou ligações perdidas.
Fontes
Fontes consultadas em .