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Voos de safari a partir de Nairobi: porque a mala tem de ser mole e não passar dos 15 kg

Interpretação editorial

Muitos safaris no Quénia começam com um voo curto num avião ligeiro até uma pista no mato, e as regras de bagagem são muito mais apertadas do que no voo internacional que o levou a Nairobi. Nas rotas de safari da Safarilink, a franquia é "estritamente limitada a 15 kg por pessoa", e esse limite inclui a bagagem de mão e as máquinas fotográficas.

Um limite mais alto, de 20 kg, também com bagagem de mão incluída e em malas moles, aplica-se nos voos da Safarilink para Zanzibar, Kisumu, Diani, Lamu, Malindi, Entebbe e Mombaça. A companhia explica que os seus aviões têm porões pequenos e de forma irregular, por isso malas rígidas grandes são difíceis de arrumar e podem seguir num voo posterior.

No check-in, a equipa pode aceitar até mais 2 kg na maioria dos casos. Acima disso, a bagagem só segue por decisão do comandante, se o peso e o espaço o permitirem, e é cobrada como carga; também é possível garantir mais bagagem reservando-a com antecedência ou comprando um lugar de "carga". Os bebés sem lugar pago não têm franquia. A Safarilink tem um depósito de bagagem gratuito e seguro no seu escritório do Aeroporto Wilson, útil para deixar uma mala grande em Nairobi durante o safari.

As regras variam entre operadores e podem mudar, por isso confirme a página de bagagem da sua companhia ao reservar, use uma mala mole e decida o que fica em Nairobi antes de chegar à pista.

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